Eleições 19/10/2018 09:35

Antes da palavra final do eleitor as campanhas entram com ações judiciais

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Na reta final do segundo turno das eleições, os dois candidatos à Presidência da República prometem protagonizar um embate jurídico no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com a apresentação de inúmeras ações que sustentam supostas medidas irregulares para conquistar o voto do eleitor.

Na reta final do segundo turno das eleições, os dois candidatos à Presidência da República prometem protagonizar um embate jurídico no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com a apresentação de inúmeras ações que sustentam supostas medidas irregulares para conquistar o voto do eleitor.

Nesta quinta-feira (18/10), o Partidos dos Trabalhadores entrou com uma ação de investigação judicial eleitoral por abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação contra Jair Bolsonaro (PSL) porque a candidatura dele teria se beneficiado com a contratação milionária, por meio de empresas, de pacotes para disparar mensagens contrárias ao PT via WhatsApp.

Em resposta, integrantes da campanha de Bolsonaro  defendem uma reação à ofensiva do PT que também possa tratar da inelegibilidade de Haddad.

Uma das medidas em análise prevê acusar a campanha adversária por uso de universidades públicas em busca de votos para o petista – o que também é proibido pela legislação eleitoral.

Essa é a terceira ação protocolada pelo PT no TSE pedindo a inelegibilidade de Bolsonaro por abuso de poder econômico, uma vez que as medidas desequilibram o pleito.

Antes, a sigla já havia acionado o TSE sob acusação de que o presidente da Komeco, Denisson Moura de Freitas, gravou um áudio direcionado a funcionários solicitando que os empregados usem adesivos e camisetas de apoio a Bolsonaro.

Outra ação trata do uso de outdoors também em reforço à campanha do candidato do PSL, em suposta à fronta à legislação eleitoral.

A sigla também levou ao Ministério Público Eleitoral questionamento sobre o fato de Bolsonaro ter feito campanha na sede da Polícia Militar do Rio de Janeiro.

Deu em JOTA

Ricardo Rosado de Holanda


Descrição Jornalista