Em nota, o TRT da 13ª Região afirmou que o presidente do tribunal, Paulo Maia Filho, já pediu a abertura de processo administrativo disciplinar para a apurar a ocorrência.
Ainda segundo a nota, a administração do Diário Nacional da Justiça do Trabalho é de responsabilidade do TST (Tribunal Superior do Trabalho), em Brasília, e que um pedido "excepcional" para suprimir o texto já foi feito.
O TRT da 13ª Região também afirmou que a servidora responsável pela carta pediu exoneração do cargo, que era comissionado.
A solicitação foi aceita.
O tribunal disse ainda que o "teor da carta não revela a prática de nenhum ilícito, nem causou prejuízo às partes do processo, mas tão somente fatos da vida pessoal de uma servidora, que no seu histórico funcional não registra ocorrências que maculem a sua dignidade".
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
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