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sábado, 15 de agosto de 2009

As 3 administrações

Foi feita uma avaliação a respeito dos três níveis da administração pública. A pergunta era se considerava os governos como ótimos, bons, regulares, ruins ou péssimos.

Vou começar pela administração da Presidência da República:

Ótima/boa -78%

Ruim/péssima - 4%

Regular -17%

Se for feito o confronto entre ótima/boa e ruim/péssima, a administração Lula mostra uma avaliação positiva final de 74%.

Regular não serve e é excluido desta simulação pois tanto pode ser regular positiva quanto negativa. Regular é regular. É igual a dizer que está indeciso.

Administração do Governo do Estado:

Ótima/boa - 47%

Ruim/péssima -18%

Regular - 34%

Não sabe/não respondeu - 1%

A prevalecer o mesmo raciocínio usado para a avaliação do Governo Federal, a administração da Governadora Vilma de Faria tem uma avaliação positiva final de 29%.


Administração da Prefeitura do Natal

Ótima/boa -33%

Ruim/péssima - 22%

Regular -38%

Não sabe/não respondeu - 7%

Se usar o mesmo critério das outras duas administrações, o Governo de Micarla de Souza tem uma avaliação positiva final de 11%.

A pior nos três níveis de governo.

4 comentários:

  1. Oq dizer de alguém que ganhou uma eleição no primeiro turno e menos de um ano depois tem apenas 11% de aprovação??? O povo acordou bem rapidinho, né?
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  2. Minino!! E a prefeitura ainda teve isso tudim???????
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  3. Com o Secretariado que a Prefeita tem vai ser dificil melhorar...É uma pena, confiamos tanto nela, mas com a irmã Rosi de Sousa, Ana Tânia e um Delegado na Defesa Social...fica bem dificil.
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  4. Olá Ricardo,

    Estava numa discussão no Twitter tentando entender este cálculo. Não estou duvidando dele. Mas apenas querendo entender.

    Porque em outras matérias sobre "aprovação" política, não o vejo em prática. Por exemplo: http://migre.me/5kAw

    Note que por sua lógica, Lula deveria aparecer com 59% de aprovação (67% - 8%). Mas a matéria destaca os 67% como sendo de aprovação do mesmo.

    Até onde entendo, 33% de aprovação é algo péssimo. Tenho para mim que Bush filho no final do mandato tinha mais que isso. Mas a lógica de subtrair os "bons/ótimos" dos "ruins/péssimos" poderia gerar em alguém com 50% de avaliações positivas e 50% de avaliações negativas um aprovação de 0%. Ou até uma aprovação negativa, se os valores fossem, por exemplo, 40% e 60% respectivamente.

    Enfim... Lembrando os tempos em que tinha aula contigo, gostaria de esclarecer esta dúvida. Que seria basicamente: qual a diferença da lógica aplicada em seu artigo e da aplicada em jornais como a Folha de São Paulo?

    Abraços,

    Marlos Ápyus
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